10 hábitos de casais felizes

Um site americano fez uma pesquisa para divulgar porque os casais felizes são tão felizes.
Surgiu uma lista de 10 hábitos, que são consideravelmente bons de se cumprir. A maior parte consiste na comunicação mútua.

“Acho que esta lista vai ajudar a dar uma força. Vamos lá…

1. Vá para a cama ao mesmo tempo
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Lembre-se do início do seu relacionamento, quando não podia esperar para ir para a cama com o outro para fazer amor.
Casais felizes resistem à tentação de ir para a cama em momentos diferentes. Eles vão para a cama ao mesmo tempo, mesmo que depois, um dos parceiros acorde para fazer alguma coisa, enquanto seu parceiro dorme.

2 . Cultive interesses comuns
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Após a paixão se acalmar, é comum perceber que existem poucos interesses em comum.
Mas não minimize a importância das atividades que vocês podem fazer juntos. Se os interesses comuns não estão presentes, o casal deve encontrá-los. Mas não se esqueça de cultivar interesses próprios. Isso irá te tornar mais interessante para o seu companheiro(a) e ao mesmo tempo impedir que ele(a) fique muito dependente de você.

3 . Ande de mãos dadas ou lado a lado
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Ao invés de um se arrastar atrás dos outro, casais felizes caminham confortavelmente lado a lado ou de mãos dadas. Sabem que é mais importante estar com o seu parceiro do que observar as coisas ao longo do caminho. Dê as mãos, nem que seja para chegar até o carro ou ir até a esquina.

4 . Adotem um padrão de confiança e perdão
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Se casais felizes têm um desentendimento e, se eles não podem resolvê-lo, um padrão de confiança e de perdão é adotado em vez de desconfiar e ser relutante um com o outro.

5 . Valorize mais o que o seu parceiro faz certo do que aquilo que ele ou ela faz errado
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Incomodar-se com coisas que seu parceiro(a) faz errado é fácil.
Agora, encontrar e evidenciar o que ele(a) faz de certo, é mais difícil, mesmo sendo algo importante e que melhora a relação. Trabalhe o positivo. Casais felizes acentuam sempre o positivo.

 

 

6 . Abracem-se, logo que vocês se encontrarem depois do trabalho
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Nossa pele tem uma memória de “bom toque” (amado), “mal toque” (abusado) e “não toque” (negligenciado). Casais que dizer olá com um abraço, mantém sua pele banhada pelo “bom toque”, que podem inserir seu espírito contra o anonimato no mundo.

7 . Diga “ Amo-te” e  “Tem um bom dia” todas as manhãs, ou melhor, não se esqueça de dizer “Amo-te”, hoje!
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Falar palavras doces é uma ótima maneira de amenizar aborrecimentos ao longo do dia, como engarrafamentos, longas filas, prazos apertados no trabalho.

Dizer “amo-te” e receber eu te amo todos os dias, é uma forma deliciosa de lidar mais suavemente com o mundo.

8 . Diga “Boa noite”, todas as noites, independentemente de como você se sente
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Independentemente de como você está chateado, estressado, ou como anda seu dia a dia, é importante fechar o dia com um sorriso e um boa noite. A felicidade entre você e seu parceiro deve ser maior do que qualquer incidente perturbador.

9 . Faça uma verificação de “tempo” durante o dia
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Ligue para o seu parceiro em casa ou no trabalho para ver como seu dia está indo. Esta é uma ótima maneira mantê-los em sintonia antes mesmo de chegarem do trabalho. Por exemplo, se o seu parceiro está tendo um dia terrível, talvez você amenize isto, deixando-o entusiasmado com algo bom que aconteceu com você. Ou simplesmente ouvindo sua voz.

10 . Tenha orgulho de ser visto com o seu parceiro
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Casais felizes têm o prazer de ser vistos juntos e muitas vezes estão em algum tipo de contato afetuoso – mão na mão ou mão no ombro ou joelho ou de atrás do pescoço… Eles não estão sendo exibidos, mas sim apenas dizendo que eles pertencem uns com os outros.”

fonte: euteamohoje.com.br / http://www.coisasparacriancas.com/

Relacionamentos: a chave de tudo

“Quer seja no trabalho, na escola, em casa, na comunidade, todos os dias convivemos com diferentes pessoas. Construir relações fortes, saudáveis e de confiança não é tarefa fácil e, por isso, todos querem saber como consegui-lo. Fomos falar com quem é entendido na matéria para descobrirmos um pouco mais deste complexo mundo.
A vida é feita de relacionamentos. Connosco próprios. Com espaços e objetos. Com as outras pessoas. Relacionamo-nos com pais, irmãos, amigos, parceiros, colegas de trabalho, chefes, empregados do café que frequentamos habitualmente. Encontramos alguém por quem nos apaixonamos e que se apaixona por nós. Simplesmente acontece. Parece fácil, não é? Mas os relacionamentos entre as pessoas têm sempre as suas complicações. Basta pensarmos, por exemplo, nos relacionamentos amorosos.
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Por vezes, amamos a pessoa errada. Podemos amar demasiado, não amar o suficiente ou não saber demonstrar esse amor. Em alguns casos esforçamo-nos por encontrá-lo, enquanto noutros não sabemos se já o encontrámos. E há ainda os momentos em que pensamos que ainda existe, mas sentimos que está a enfraquecer e não sabemos como recuperar o seu esplendor. As relações, sejam de que natureza forem, podem ser testadas e postas à prova até ao limite.Se olharmos ao nosso redor, podemos ver que os relacionamentos estão no centro da nossa vida e aprendizagens. Maria de Jesus Candeias, psicóloga e terapeuta de casal, explica que “o ser humano é um ser, por natureza, social e relacional. Só existimos em relação. Amar e ser amado é algo fundamental ao ser humano e ao seu desenvolvimento”.

Por isso, desde que nascemos que tentamos aprender a relacionar-nos com as pessoas que nos rodeiam. Interagimos no nosso quotidiano não só por necessidade do momento, mas porque precisamos de estabelecer relações interpessoais e, consequentemente, ligações emocionais.

No entanto, à medida que crescemos, o modo como nos relacionamos com os outros vai-se modificando. Vamos formando a nossa personalidade e construindo relações com base nas nossas experiências, hábitos e padrões comportamentais. Por exemplo, “em crianças os pais representam tudo para nós, na adolescência os amigos assumem o centro das nossas vidas, e há medida que nos desenvolvemos sexualmente, a nossa atenção e o nosso investimento relacional, passa a ser na procura de uma relação amorosa íntima”, conta a psicóloga. 

A chave para relações saudáveis e duradouras 

O relacionamento humano é complexo, pressupõe o sabermos interagir uns com os outros, ter em conta os papéis, as normas, as expectativas, a cultura, a comunicação, as diferentes formas de ver o mundo. Todos os sucessos que alcançamos na vida são resultado de relacionamentos iniciados com as pessoas certas e, posteriormente, do fortalecimento desses laços.

Tornar uma relação duradoura não é uma questão de sorte, astrologia ou destino. Para Maria de Jesus Candeias, manter um relacionamento é uma arte e há pessoas que têm mais competências relacionais do que outras. Porém, “não há relações perfeitas e mesmo as relações saudáveis têm os seus momentos de crise”, adverte a terapeuta de casal.

Os relacionamentos sólidos e duradouros são dos ingredientes que dão mais sentido à vida. E há pessoas que parecem extremamente bem-sucedidas em construir essas ligações. No entanto, para a maioria de nós não é assim tão fácil. Apesar de sermos seres sociais por excelência, também temos o dom de estragar as relações que estabelecemos.

Vítor Rodrigues, psicólogo, revela que para fortalecer uma relação “é fundamental observar o trajeto do outro – de quem gostamos -, querer acompanhá-lo, colaborar com ele. É essencial que haja proximidade e cooperação nos vários níveis (físico-corporal, afetivo, intelectual, espiritual) ”.

O sucesso relacional exige, assim, segurança, autoconfiança e uma grande maturidade emocional individual, quer na vida amorosa, quer na vida profissional. “Só podemos amar alguém, se nos amarmos e respeitarmos, em primeiro lugar a nós próprios. Quando isto não acontece, facilmente nos anulamos e perdemos na relação com o outro, e estamos a meio caminho de estabelecer relações pouco saudáveis”, realça Maria de Jesus Candeias.

Segundo os psicólogos, entre os alicerces dos relacionamentos bem-sucedidos encontram-se o respeito mútuo, confiança, capacidade de comunicação, honestidade e frontalidade. E, claro, no caso dos relacionamentos amorosos, o amor, afeto sincero e interesse recíproco pelo outro.

As competências humanas não têm preço. Não importa o que se quer fazer. Se não somos capazes de alcançar sucesso com as outras pessoas, dificilmente o alcançaremos. A nossa capacidade de construir e manter relacionamentos saudáveis é o fator mais importante para nos sairmos bem em qualquer área da vida.

Quando as coisas correm mal…

Porque é que as relações chegam ao fim? Quais são os principais erros que cometemos ao relacionarmo-nos com os outros? Ao que parece o nosso pecado mortal nos relacionamentos pessoais é não lhes darmos a devida importância. Não fazemos um esforço ativo e permanente para fazer e dizer coisas que contribuirão para que as pessoas gostem mais de nós, acreditem em nós e que criem nelas o desejo de trabalhar connosco na realização dos nossos propósitos e desejos.

Geralmente, no início de um relacionamento criamos uma grande expectativa na capacidade de aceitação, realização e partilha para com o outro. Mas à medida que o tempo passa começamos por nos aperceber de características e comportamentos que nos surpreendem, bem como diferenças de opinião, objetivos e expectativas.

Maria de Jesus Candeias aponta “as inseguranças individuais, as dificuldades de comunicação, a procura dum parceiro (a) igual a si, ou que preencha todos os quesitos idealizados” como as principais dificuldades ou erros que existem nos nossos relacionamentos. A comunicação assume aqui um papel fundamental, pois “sem ela o silêncio acaba por corroer a relação”, sublinha a terapeuta de casal.

Também Vítor Rodrigues aponta esta questão como um dos principais elementos responsáveis pelo mau funcionamento de uma relação. “Um dos erros mais comuns consiste em não saber dialogar ou não dialogar o bastante, dedicando-se a ‘adivinhar’ o que o outro pensa ou sente, ou a atribuir razões para o que ele faz ou fez sem lhe perguntar. Do mesmo modo, podemos tender a guardar para nós tudo o que sentimos sem fazer o esforço de partilhar a nossa intimidade emocional”, conduzindo ao que o psicólogo denomina de diálogo de surdos.

Outro dos motivos porque muitas ligações colapsam, sobretudo as afetivas, prende-se com o facto de os nossos relacionamentos assentarem na repetição de padrões de comportamentos, que aprendemos muito cedo. Ou seja, comportamo-nos de acordo com as relações e as experiências que tivemos ao longo da vida.

Assim, o comportamento das primeiras pessoas relevantes das nossas vidas, que aprendemos a amar – geralmente os pais -, tendem também a ficar como protótipo da maneira de nos comportarmos ou dos comportamentos a apreciar. “Por isso, temos tendência, mais tarde, a procurar inconscientemente pessoas similares àquelas que foram primeiro alvo do nosso afeto”, revela o psicólogo.

Se tivermos um modelo familiar pautado por experiências e modos de funcionamento felizes – com base na imagem construída dos relacionamentos e traços de personalidade dos respetivos pais, outros familiares e amigos próximos -, estabeleceremos relacionamentos saudáveis e bem-sucedidos, onde predominam a harmonia e o sentimento de gratificação. Caso contrário, as antigas feridas reabrem e é preciso curá-las.

Mudam-se os tempos, mudam-se os relacionamentos

Os relacionamentos dos dias de hoje pouco têm a ver com os de antigamente. Em pleno século XXI são raras as pessoas que se casam com os namorados do tempo de escola ou universidade e vivem com eles até que a morte os separe. A vida parece agora mais complicada do que no passado e oferece-nos mais escolhas. Temos mais possibilidades de emprego, mais liberdade económica, social e sexual do que os nossos pais e avós.

Uma das consequências desta liberdade é a possibilidade de sairmos de relacionamentos menos satisfatórios em vez de ficarmos presos ao Senhor ou Senhora Errados. Mas também parece que essa liberdade faz com que, por vezes, não nos esforcemos para ultrapassar as contrariedades e desistamos perante o primeiro obstáculo.

Todas as relações que criamos ao longo da nossa vida, independentemente da sua natureza, da duração, da dor que causaram ou da forma negativa como acabaram, resultaram de um modo e falharam de outro. Só porque um relacionamento não resultou, não significa que tenha sido um fracasso. Cabe a nós próprios analisar o que resultou e o que falhou para que possamos melhorar as nossas relações futuras e evitar os erros outrora cometidos. Afinal, os relacionamentos são onde aprendemos mais sobre nós próprios, onde crescemos e evoluímos. ”

In: http://saude.pt.msn.com
Fontes:

– Maria de Jesus Candeias, psicóloga e terapeuta de casal

– Vítor Rodrigues, psicólogo

– Novo relacionamento procura-se, de Gían Gonzaga, Arte Plural Edições

– 100 Regras para o amor. Como construir relações afetivas sólidas e duradouras, de Richard Templar, Editorial Presença

 

OITO MAUS HÁBITOS RESPONSÁVEIS PELA DOR DE COSTAS

Quem ainda não sentiu aquele desconforto de estar demasiado tempo sentado ao computador? Saiba o que lhe causa dores de costas e como combatê-las.

Nem sempre há necessidade de associar as dores de costas a doenças, avança o Fitnea. Até mesmo os indivíduos mais saudáveis podem experienciar esse desconforto todos os dias. Leia este artigo. Pode ficar surpreendido relativamente a algumas causas das dores de costas.

1. Dormir num colchão velho

Um bom colchão tem uma durabilidade de oito a 10 anos. Se não substitui o seu há mais de 10 anos há uma possibilidade da sua coluna não ter o suporte de que necessita. Substitua o colchão antigo por um que não seja nem demasiado duro, nem demasiado mole. A curvatura das suas costas não afundará e não terá o suporte suficiente.

2. Carregar uma grande mala

Se gosta de levar consigo toda a sua casa, as suas costas não agradecerão. Levar uma mala pesada, suportada apenas num ombro, tornará o corpo e a coluna pouco estáveis e desequilibrados.

3. Calçar sapatos altos ou rasos

Os saltos demasiado altos forçam-na a arquear as costas, colocando pressão nas articulações. Os saltos rasos também podem ser maus, dependendo do tipo de pé. As sandálias sem suporte atrás causam mazelas, fazendo com que os pés balancem para um lado e para o outro, distribuindo de forma desigual o peso do corpo. Todas as pessoas têm uma altura de salto ideal. Descubra o seu.

4. Guardar ódio

Investigadores de uma universidade descobriram que as pessoas que praticam o perdão, têm menos sentimentos de ressentimento, depressão, raiva e menos dores. As suas emoções, tensão muscular e pensamentos podem influenciar directamente a força dos sinais de dor. O rancor não é apenas mau fisicamente, como emocionalmente também não faz muito por si.

5. Passar o dia sentado

Más notícias para todo o tipo de trabalho de secretária: é mau para a sua saúde. Ficar sentado durante o dia todo pode-lhe saber bem, mas a maioria das pessoas não tem uma postura apropriada em frente ao computador, fazendo com que a inactividade provoque fraqueza nos músculos das costas.

Estar sentado coloca mais 50% de pressão na coluna do que estar de pé. Se o seu escritório não lhe providência uma mesa para estar de pé, ajudando a ter os músculos do core e das costas sempre a trabalhar, incline-se para trás num ângulo de 130 graus, reduzindo a compressão nos discos da coluna.

Finalmente, certifique-se de que mantem a cabeça direita, não a inclinando para a frente quando está a usar o computador.

6. Estar stressado

Se está stressado, todo o seu corpo fica tenso, incluindo os músculos do pescoço e da coluna, os quais contraem e apertam. E, se continuar stressado, esses músculos relaxarão, causando dor. Há muitas formas de diminuir o nível de stress, incluindo exercício, meditação e banhos quentes.

7. Exercícios com saltos

O exercício tonifica os músculos, o que é essencial para o suporte das costas. Quando não o pratica de forma suficiente, fica rígido, os músculos ficam enfraquecidos e os discos da coluna deterioram-se. Exercícios que alongam a coluna e o abdómen são a sua melhor opção.

8. Comer demasiado fast food

A ingestão de demasiadas calorias, pobres em nutrientes, levam a um aumento de peso, que pode prejudicar as costas. O excesso de peso na parte média provoca um avanço da pélvis, causando stress à coluna. Pessoas com excesso de peso têm um risco acrescido de desenvolvimento de osteoporose. Baixar apenas cinco a 10% do seu peso pode melhorar as condições das  suas costas.

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