Contracturas musculares – Tratamento

ifr_hombro_2A contractura muscular é uma das causas mais frequentes de dor na região das costas, em cima dos ombros e na nuca.

Uma contractura é um encurtamento ou uma contracção de um músculo. Um músculo fica contraído quando não pode ser distendido ou sofre um espasmo prolongado. O encurtamento de um músculo vai exercer uma tracção anormal sobre ossos ou articulações nos quais está envolvido.
Considera-se que há contractura quando  um grupo muscular ou músculo padece de uma contractura quando este se mostra endurecido e com dor na palpação, proveniente d o excesso de substâncias tóxicas, entre elas o ácido láctico, as responsáveis por esta dor.

A fáscia também pode encurtar ou perder a sua mobilidade quando sujeita a factores de stress, directos ou indirectos. Existem inúmeras causas que provocam o aparecimento de contracturas, uma das mais frequentes é a adopção de posições corporais inadequadas, o excesso de esforço (a fadiga muscular), ostraumatismos musculares etc.

 costas3dOs sintomas mais importantes são a rigidez do músculo afectado e a dificuldade ou impossibilidade de mover o segmento corporal, a dor local, que normalmente se manifesta ao palpar o músculo ou ao tentar mover o segmento corporal que ficou imobilizado. 

Uma contractura não impede as actividades diárias mas as dificulta. Muitas vezes, ao tocar a região, é possível identificar certo endurecimento muscular bem delimitado.

Tratamento:
Termoterapia profunda e superficial
Massagem para favorecer a eliminação do ácido láctico e outros resíduos
Electroestimulação

Cuidado, pois não devemos dedicar-nos com boa intenção a massajar a zona imediatamente já que em muitas ocasiões uma contracção muscular intensa é um mecanismo de protecção e, se não tivermos experiência pode parecer-nos uma contractura, o que na realidade será talvez uma pequena rotura fibrilar e massajá-la pode piorar o diagnóstico.

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As 12 fases do Síndrome de Burnout (esgotamento)

Frustrated office manager overloaded with work.“O Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de carácter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido em livros médicos como “() um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional“.

A denominação vem do inglês “to burn out” (queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional; foi assim chamada pelo psicanalista nova-iorquino Herbert J. Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.

A dedicação exagerada à actividade profissional é uma característica marcante da síndrome, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional.

Sofre com o que tem início com satisfação e prazer, mas que termina quando esse desempenho não é reconhecido.

Nesse estágio, a necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transformam em obstinação e compulsão. O paciente nesta busca sofre, alem de problemas de ordem psicológicas, forte desgaste físico, gerando fadiga e exaustão.

Os 12 estágios de Burnout

1. Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz.

2. Dedicação intensificada – com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (é o chamado imediatismo);

3. Descaso com as necessidades pessoais. Por exemplo: comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;

4. Recalque de conflitos: o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas.

5. Reinterpretação dos valores – isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho.

6. Negação de problemas – nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contactos sociais são repelidos. Cinismo e agressão são os sinais mais evidentes.

7. Recolhimento e aversão a reuniões (anti-socialização).

8. Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor).

9. Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc);

10. Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;

11. Depressão – marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;

12. Finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica tem que ser prestadas com urgência.

Segundo o Dr. Jürgen Staedt, diretor da clínica de psiquiatria e psicoterapia do complexo hospitalar Vivantes, em Berlim, parte dos pacientes que o procuram com depressão são diagnosticados com a síndrome do esgotamento profissional.

O professor de psicologia do comportamento Manfred Schedlowski, do Instituto Superior de Tecnologia de Zurique, registra o crescimento de ocorrência de Burnout em ambientes profissionais, apesar da dificuldade de diferenciar a síndrome de outros males, pois ela se manifesta de forma muito variada: “Uma pessoa apresenta dores estomacais crônicas, outra reage com sinais depressivos; a terceira desenvolve um transtorno de ansiedade de forma explícita“, e acrescenta que já foram descritos mais de 130 sintomas do esgotamento profissional.

Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação.

Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que Burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema – portanto omitindo o componente de despersonalização. Fonte: (Com informações do Wikipédia e da redacção do Espaço Vital).”

 

Dor muscular nas pernas

leg-painAs pernas sustentam o nosso peso diariamente, seja nas deslocações para a escola ou para o escritório, seja nas actividades mais rotineiras, como cozinhar ou limpar a casa. 
Não admira portanto que as dores musculares nas pernas e coxas sejam uma queixa recorrente de muitas pessoas.

É um problema que atinge ambos os sexos e todas as idades, embora seja mais frequente na terceira idade.

A falta de exercício físico e o sedentarismo podem motivar este tipo de lesão, mas também uma actividade física intensa e passar demasiadas horas em pé fomentam o problema. Nos desportistas as dores musculares nas pernas costumam ter origem traumática, aparecendo associadas a hemorragias, fracturas e entorses.

O desconforto pode ser perfeitamente suportável pela pessoa afectada, contudo é pertinente estar atento, pois se há dor, é sinal de que algo não está bem com o organismo. Se as dores persistirem o melhor é consultar um médico que poderá diagnosticar com mais precisão o que está em causa.

 

Causas das dores musculares nas pernas/coxas

São várias as possíveis origens das dores musculares nas pernas e coxas. Uma das razões frequentes são as distensões e estiramentos resultantes das actividades desportivas. Neste caso podem ainda estar associadas a hemorragias, fracturas e entorses.

Este tipo de lesão é ainda frequente na gravidez, fruto do aumento de peso da mulher e das alterações hormonais que se verificam no período da gestação. O excesso de peso é de resto outra das causas das dores nos membros inferiores.

Muitas vezes as dores musculares nas pernas têm origem em problemas de ordem circulatória arterial, como é o caso das varizes. Os coágulos de sangue que se formam obstruem o fluxo sanguíneo das artérias para as pernas, o que causa as dores. Este tipo de situações exige particular atenção, uma vez que, em última instância, poderá originar tromboses e até motivar a necessidade de amputações.

Uma dieta inadequada, e a consequente fraqueza muscular, podem igualmente contribuir para o aparecimento deste tipo de dor, perante a deficiência de algumas vitaminas. Assim como a falta de exercício físico, o stress, a ansiedade e ainda os maus hábitos de postura.

As dores articulares, a neuropatia e a dor ciática também motivam dores musculares nas pernas, tal a gripe, a diabetes e a poliomielite.

Como aliviar as dores musculares nas pernas/coxas

As massagens localizadas são um óptimo remédio para aliviar e ajudar a recuperar das dores musculares nas pernas.

Também o recurso a um banho de gelo ou a um banho de água gelada alternada com água quente ajuda a amenizar o problema. A utilização de analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares são também soluções possíveis.

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Mas o melhor a fazer é agir no sentido de evitar as dores musculares nas pernas. A prática regular de exercício físico e um bom repouso, com as horas de sono diárias adequadas, são boas medidas para ajudar a que o problema não se manifeste. Não fumar, não beber álcool em excesso, nem consumir demasiado açúcar são outros requisitos, não só para evitar este tipo de lesão, mas também para garantir uma vida saudável.”

Fonte: doresmusculares.com