Contracturas musculares – Tratamento

ifr_hombro_2A contractura muscular é uma das causas mais frequentes de dor na região das costas, em cima dos ombros e na nuca.

Uma contractura é um encurtamento ou uma contracção de um músculo. Um músculo fica contraído quando não pode ser distendido ou sofre um espasmo prolongado. O encurtamento de um músculo vai exercer uma tracção anormal sobre ossos ou articulações nos quais está envolvido.
Considera-se que há contractura quando  um grupo muscular ou músculo padece de uma contractura quando este se mostra endurecido e com dor na palpação, proveniente d o excesso de substâncias tóxicas, entre elas o ácido láctico, as responsáveis por esta dor.

A fáscia também pode encurtar ou perder a sua mobilidade quando sujeita a factores de stress, directos ou indirectos. Existem inúmeras causas que provocam o aparecimento de contracturas, uma das mais frequentes é a adopção de posições corporais inadequadas, o excesso de esforço (a fadiga muscular), ostraumatismos musculares etc.

 costas3dOs sintomas mais importantes são a rigidez do músculo afectado e a dificuldade ou impossibilidade de mover o segmento corporal, a dor local, que normalmente se manifesta ao palpar o músculo ou ao tentar mover o segmento corporal que ficou imobilizado. 

Uma contractura não impede as actividades diárias mas as dificulta. Muitas vezes, ao tocar a região, é possível identificar certo endurecimento muscular bem delimitado.

Tratamento:
Termoterapia profunda e superficial
Massagem para favorecer a eliminação do ácido láctico e outros resíduos
Electroestimulação

Cuidado, pois não devemos dedicar-nos com boa intenção a massajar a zona imediatamente já que em muitas ocasiões uma contracção muscular intensa é um mecanismo de protecção e, se não tivermos experiência pode parecer-nos uma contractura, o que na realidade será talvez uma pequena rotura fibrilar e massajá-la pode piorar o diagnóstico.

As 12 fases do Síndrome de Burnout (esgotamento)

Frustrated office manager overloaded with work.“O Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de carácter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido em livros médicos como “() um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional“.

A denominação vem do inglês “to burn out” (queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional; foi assim chamada pelo psicanalista nova-iorquino Herbert J. Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.

A dedicação exagerada à actividade profissional é uma característica marcante da síndrome, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional.

Sofre com o que tem início com satisfação e prazer, mas que termina quando esse desempenho não é reconhecido.

Nesse estágio, a necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transformam em obstinação e compulsão. O paciente nesta busca sofre, alem de problemas de ordem psicológicas, forte desgaste físico, gerando fadiga e exaustão.

Os 12 estágios de Burnout

1. Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz.

2. Dedicação intensificada – com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (é o chamado imediatismo);

3. Descaso com as necessidades pessoais. Por exemplo: comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;

4. Recalque de conflitos: o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas.

5. Reinterpretação dos valores – isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho.

6. Negação de problemas – nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contactos sociais são repelidos. Cinismo e agressão são os sinais mais evidentes.

7. Recolhimento e aversão a reuniões (anti-socialização).

8. Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor).

9. Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc);

10. Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;

11. Depressão – marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;

12. Finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica tem que ser prestadas com urgência.

Segundo o Dr. Jürgen Staedt, diretor da clínica de psiquiatria e psicoterapia do complexo hospitalar Vivantes, em Berlim, parte dos pacientes que o procuram com depressão são diagnosticados com a síndrome do esgotamento profissional.

O professor de psicologia do comportamento Manfred Schedlowski, do Instituto Superior de Tecnologia de Zurique, registra o crescimento de ocorrência de Burnout em ambientes profissionais, apesar da dificuldade de diferenciar a síndrome de outros males, pois ela se manifesta de forma muito variada: “Uma pessoa apresenta dores estomacais crônicas, outra reage com sinais depressivos; a terceira desenvolve um transtorno de ansiedade de forma explícita“, e acrescenta que já foram descritos mais de 130 sintomas do esgotamento profissional.

Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação.

Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que Burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema – portanto omitindo o componente de despersonalização. Fonte: (Com informações do Wikipédia e da redacção do Espaço Vital).”

 

Dor muscular nas pernas

leg-painAs pernas sustentam o nosso peso diariamente, seja nas deslocações para a escola ou para o escritório, seja nas actividades mais rotineiras, como cozinhar ou limpar a casa. 
Não admira portanto que as dores musculares nas pernas e coxas sejam uma queixa recorrente de muitas pessoas.

É um problema que atinge ambos os sexos e todas as idades, embora seja mais frequente na terceira idade.

A falta de exercício físico e o sedentarismo podem motivar este tipo de lesão, mas também uma actividade física intensa e passar demasiadas horas em pé fomentam o problema. Nos desportistas as dores musculares nas pernas costumam ter origem traumática, aparecendo associadas a hemorragias, fracturas e entorses.

O desconforto pode ser perfeitamente suportável pela pessoa afectada, contudo é pertinente estar atento, pois se há dor, é sinal de que algo não está bem com o organismo. Se as dores persistirem o melhor é consultar um médico que poderá diagnosticar com mais precisão o que está em causa.

 

Causas das dores musculares nas pernas/coxas

São várias as possíveis origens das dores musculares nas pernas e coxas. Uma das razões frequentes são as distensões e estiramentos resultantes das actividades desportivas. Neste caso podem ainda estar associadas a hemorragias, fracturas e entorses.

Este tipo de lesão é ainda frequente na gravidez, fruto do aumento de peso da mulher e das alterações hormonais que se verificam no período da gestação. O excesso de peso é de resto outra das causas das dores nos membros inferiores.

Muitas vezes as dores musculares nas pernas têm origem em problemas de ordem circulatória arterial, como é o caso das varizes. Os coágulos de sangue que se formam obstruem o fluxo sanguíneo das artérias para as pernas, o que causa as dores. Este tipo de situações exige particular atenção, uma vez que, em última instância, poderá originar tromboses e até motivar a necessidade de amputações.

Uma dieta inadequada, e a consequente fraqueza muscular, podem igualmente contribuir para o aparecimento deste tipo de dor, perante a deficiência de algumas vitaminas. Assim como a falta de exercício físico, o stress, a ansiedade e ainda os maus hábitos de postura.

As dores articulares, a neuropatia e a dor ciática também motivam dores musculares nas pernas, tal a gripe, a diabetes e a poliomielite.

Como aliviar as dores musculares nas pernas/coxas

As massagens localizadas são um óptimo remédio para aliviar e ajudar a recuperar das dores musculares nas pernas.

Também o recurso a um banho de gelo ou a um banho de água gelada alternada com água quente ajuda a amenizar o problema. A utilização de analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares são também soluções possíveis.

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Mas o melhor a fazer é agir no sentido de evitar as dores musculares nas pernas. A prática regular de exercício físico e um bom repouso, com as horas de sono diárias adequadas, são boas medidas para ajudar a que o problema não se manifeste. Não fumar, não beber álcool em excesso, nem consumir demasiado açúcar são outros requisitos, não só para evitar este tipo de lesão, mas também para garantir uma vida saudável.”

Fonte: doresmusculares.com

Dores nas costas: a quem recorrer?

“Entre ortopedistas, fisioterapeutas, quiropráticos, osteopatas e massagistas pode ser difícil saber a quem pedir ajuda. Siga o nosso mapa.

 Estima-se que 7 em cada 10 portugueses sofram de dores nas costas. As consequências deste mal vão muito além do desconforto pessoal: a abstinência laboral é o principal efeito colateral mas está longe de ser o único:  num estudo recente estimava-se que 14% de britânicos abdicavam das relações sexuais por causa das dores nas costas e 9% confessava já não ser capaz de brincar com os filhos ou subir escadas.

Mau humor, angústia e depressão são outras consequências associadas a este problema. Ignorar estoicamente a dor não é boa ideia, porque tende a agravar-se com o tempo.
Posturas inco2014-04-17-Dores-nas-costasrretas, manuseamento de pesos, esforços físicos intensos, quedas e acidentes são as principais causas de dores nas costas.

idade é outra. Com o passar dos anos é normal aparecerem artroses, um desgaste progressivo das articulações que pode causar a diminuição de espaço entre as vértebras e um estreitamento progressivo do canal central da coluna. Os nervos comprimidos neste processo estão na origem da dor. Outra causa comum de problemas nas costas são as alterações estruturais da curvatura natural da coluna, sobretudo a escoliose.
É consensual que a prevenção e os tratamentos conservadores são sempre preferíveis à cirurgia. Controlar o aumento de peso e fazer uma reeducação postural é o primeiro passo. Ao contrário do que possa pensar, a atividade física é altamente recomendada.

O sedentarismo é pior para as costas do que o exercício, que ajuda a mobilizar as articulações e a oxigenar os tecidos. O objetivo é evitar a cirurgia, indicada em casos extremos para descomprimir as estruturas nervosas.

Quando deve preocupar-se?

“Numa parte significativa dos casos, as dores nas costas melhoram gradualmente com tratamentos simples ou medidas caseiras, acabando por desaparecer completamente ao fim de algumas semanas, com melhorias logo nas primeiras 72 horas. Quando isto não acontece, deve fazer-se uma avaliação médica porque pode ser um sinal de outra condição mais grave”, aconselha o médico de clínica geral Pedro Lopes, responsável pela rubrica ‘Médico de Família’, na SIC.
Procure o médico se a dor:
– For constante ou intensa, especialmente à noite ou quando deitada;
irradiar para um ou ambos os membros inferiores, especialmente quando se estender abaixo do joelho;
– Provocar fraqueza, entorpecimento ou formigueiro em um ou ambos os membros inferiores;
– For acompanhada de perda de peso inexplicável;
– For acompanhada de inchaço ou vermelhidão nas costas.

Os exames, como a TAC, Raio X e ressonância magnética, ajudam a localizar o problema e a fazer o diagnóstico certo. Hérnias discais ou cervicais, calcificações (como os chamados bicos de papagaio) e contraturas musculares são assim rapidamente identificadas e localizadas. O tratamento passa geralmente pelo uso de medicamentos para a dor. Se necessário, o médico poderá aconselhar sessões de fisioterapia ou de reeducação postural.

Algumas alternativas do campo da medicina não convencional também podem ajudar em casos específicos, diz Pedro Lopes: “O recurso à manipulação da coluna tem vindo a ganhar notoriedade nos últimos anos, embora sejam técnicas desde há muito conhecidas e com benefícios demonstrados, desde que feitas por profissionais habilitados e experientes.”
Fisioterapia
Faz parte da medicina convencional.  Geralmente faz-se por encaminhamento do médico assistente, ortopedista ou fisiatra, que fazem uma avaliação clínica detalhada e prescrevem os exercícios a fazer pelo fisioterapeuta.Problemas como hérnias discais não têm resolução, para além da cirurgia, mas a fisioterapia pode ajudar a descomprimir as articulações e a diminuir contraturas musculares. Uma grande vantagem da fisioterapia é ser comparticipada e estar incluída na maioria dos seguros de saúde.

Osteopatia

Esta terapia manual tem como princípio tratar o corpo como um todo, razão pela qual muitas vezes os osteopatas manipulam zonas do corpo longe da que lhe causa dor. As  técnicas incluem manipulações, mobilização e estiramentos, atuando nas articulações, músculos e ligamentos, órgãos internos (abdómen e tórax), tecido nervoso, vascular e linfático, tudo com o objetivo de restabelecer o equilíbrio orgânico. “O tratamento osteopático permite ao paciente conseguir uma postura correta e recuperar a harmonia corporal, promovendo o bem estar. É um trabalho muito preventivo e muito eficaz como complemento de práticas médicas”, garante Pedro Lopes, lembrando que é uma terapia reconhecida nalguns países, como a França. Tem indicação em caso de contraturas musculares, dores articulares, tendinites, dor de cabeça, dor de costas, dores agudas causadas por stresse, dores crónicas, asma… Ao contrário do quiroprático, o osteopata trabalha o corpo todo e não apenas a coluna vertebral. Três ou quatro sessões com intervalo de uma semana podem aliviar uma ciática. Preço: ronda os e50/sessão.

Quiroprática
Esta técnica usa apenas a manipulação da coluna vertebral com o objetivo de recuperar a capacidade motora e melhorar a resposta do sistema nervoso. O princípio subjacente é de que o realinhamento de vértebras e da postura influencia diretamente o sistema nervoso, que tem efeitos positivos na imunidade geral. Tem indicação para problemas cervicais, dorsais e lombares, dores agudas e crónicas e ciática. A dor decorrente de deficiências posturais, como lordoses, cifoses e escolioses, também pode ser tratada, assim como entorses. Duas ou três sessões ajudam a melhorar uma crise aguda, recomendando-se depois uma ou duas sessões anuais de prevenção. A federação mundial de quiroprática é parceira da OMS. Preço: ronda os e40-50/sessão.

Terapia Dorn-Breuss

O método Dorn de alinhamento da coluna foi criado pelo alemão Dieter Dorn, nos anos 70. A massagem Breuss, criada pelo austríaco Rudolf Breuss, é usada como complemento para aliviar a dor e a tensão, promovendo um estiramento profundo da coluna. “Este método conjuga duas técnicas: o método de Dorn, através do qual o terapeuta corrige desvios da coluna, e a massagem de Breuss, uma massagem suave em volta da coluna que é aplicada antes de se proceder ao realinhamento”, explica Pedro Lopes. Preço: e40-50/sessão.

Terapia de Bowen
Criada pelo australiano Tom Bowen nos anos 50, esta terapia manual trabalha ao nível da fáscia – membranas que envolvem os músculos – e dos ligamentos, ativando o sistema nervoso simpático, o que promove uma sensação profunda de relaxamento. Em vez de manipular a coluna, a terapia de Bowen trata os problemas das costas através dos músculos e das fáscias que mantêm a coluna numa determinada posição. O princípio é o de que alterando a relação entre músculo e fáscia altera-se a estrutura e influencia–se a coluna. Os movimentos Bowen  são feitos de forma leve sobre a pele e em locais precisos, alguns coincidem com os meridianos da acupuntura. Recomendam-se quatro a seis sessões para o tratamento de dores nas costas. Preço: entre €30 e €40/sessão.
http://www.apt-bowen.pt.

Alguns conceitos
Ciática 
Quem tem, sabe bem como é esta dor que irrradia ao longo do nervo ciático, geralmente devido a uma hérnia discal ou uma calcificação que comprime parte do nervo. Também pode ocorrer na gravidez, quando o útero comprime o nervo ciático. A dor estende-se das costas até à perna, podendo passar o joelho e causar dormência na perna.
O tratamento convencional passa por tomar anti-inflamatórios, relaxantes musculares e fisioterapia ou em caso extremo injeção de esteroides.
Espondilose
É uma fratura de stresse na coluna lombar que pode ser causada por lesões desportivas ou acidentes. Por vezes curam-se por si mesmas, mas mais tarde, com o envelhecimento articular, podem regressar. Causa dor, que se estende ao longo da lombar e pode originar espasmos e contraturas musculares. Se houver o deslocamento de uma vértebra, pode originar uma ciática, devido à compressão de nervos.
O tratamento pode implicar o uso de colete durante algum tempo, injeções para as dores e fisioterapia. Em casos extremos uma cirurgia pode ser necessária.

5 atividades boas para as costas 

Massagens: Sejam desportivas, de relaxamento, aiurvédicas, shiatsu ou de outro tipo, as massagens podem ser bastante úteis no caso de contraturas.

Yoga: Há estudos que mostram que tem benefícios na flexibilidade e fortalecimento de músculos e ligamentos, ajudando a eliminar limites na realização de tarefas diárias.

Natação: A ausência de impacto torna-o no exercício quase perfeito para quem tem problemas de coluna. A única exceção vai para quem tenha limitações na coluna cervical.

Pilates: Desenvolve os músculos primários da barriga e das costas que são essenciais para a postura.
Tai Chi: Esta técnica milenar asiática, baseada em movimentos lentos e precisos, é uma boa opção para fortalecer a postura e contribuir para a redução da dor crónica.”

Fonte: http://activa.sapo.pt/

«A FELICIDADE EGOÍSTA ESTÁ CONDENADA AO FRACASSO»

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“Matthieu Ricard, conhecido como «o homem mais feliz do mundo», mostra como pode ser simples estar bem com a vida.

Podemos ser felizes com pouco e infelizes com muito. Quem o diz é Matthieu Ricard, monge budista que, no início de maio, vem a Portugal falar sobre altruísmo e felicidade. Nesta conversa deixa um desafio: «ouse» fazer o bem aos outros sem esperar nada em troca.

 Foi reconhecido, de acordo com estudos científicos, como o homem mais feliz do mundo. Como é o seu quotidiano?
_ Os seus colegas jornalistas gostam muito da história de acordo com a qual a minha humilde pessoa seria «o homem mais feliz do mundo». Foi um rumor, sem nenhuma base científica, que surgiu há uns anos num documentário sobre a felicidade apresentado pela cadeia de televisão australiana ABC, e que dizia que «talvez tenhamos aqui o homem mais feliz do mundo». Toda a gente po­de encontrar a felicidade desde que a procure onde ela se encon­tra. Quanto ao meu dia-a-dia, faço todo o possível para partilhar o meu tempo entre retiros meditativos e os projetos humanitários que tenho a cargo nos Himalaias.

Gosta muito de fotografia e coloca as imagens que faz num blogue com o seu nome…
_ Para mim a fotografia é um hino à beleza. Comecei a fotogra­far aos 15 anos com um amigo fotógrafo de animais e apaixonado pela natureza. Após ter ido para os Himalaias, em 1972, fotogra­fei os meus mestres espirituais e o seu mundo. De acordo com os ensinamentos budistas, todos os seres detêm a natureza de Buda. Através da fotografia quis mostrar a beleza dessa natureza huma­na, a beleza e a dignidade, que podem coexistir com o sofrimen­to mais intenso e a esperança pode sobreviver mesmo à destrui­ção e à perseguição. O povo tibetano dá-nos essa prova, pois sou­be conservar essa alegria, a força interior e confiança enquanto sofria um genocídio humano e cultural. As imagens de sofrimen­to, de desespero e ignomínia abundam. Nunca consegui tirar fo­tografias dessas. Para mim, é essencial inspirar a esperança e a confiança, é aquilo que mais nos falta e de que mais precisamos.

Vários estudos indicam que as redes sociais podem levar a uma maior solidão do ser humano. Está de acordo?
_ Com efeito, segundo a socióloga americana Sherry Turkle, os canais ditos «sociais» são, na realidade, um meio de estar só, es­tando conetado a muita gente. Um jovem de 16 anos que comu­nica principalmente através de mensa­gens fazia notar com uma certa amar­gura: «Um dia, um dia, mas de certeza não agora, gostaria de aprender a ter uma conversa.» Os jovens passaram da conversação à conexão. Quando se tem três mil amigos no Facebook não po­demos evidentemente ter qualquer ti­po de verdadeira conversa. Apenas nos conetamos para falar de nós próprios para um auditório garantido. As con­versas eletrónicas são lapidares, rápidas e por vezes brutais. As conversações humanas, face a face, têm uma natureza diferen­te: evoluem lentamente, têm muitas nuances e ensinam-nos a pa­ciência. Numa conversa somos chamados a ver as coisas de um outro ponto de vista, uma condição necessária à empatia e ao al­truísmo.

Vem a Lisboa falar sobre O Altruísmo e a Felicidade. Qual a principal mensagem que traz?
_ Um dos maiores desafios da atualidade consiste em conciliar os imperativos da economia, da procura da felicidade e do respeito pelo ambiente. A economia e a finança evoluem a um ritmo cada vez mais rápido; a satisfação de vida mede-se com base num pro­jeto assente numa carreira, numa família, numa geração; e o am­biente, que tradicionalmente se media em eras geológicas, está, hoje, devido aos transtornos ecológicos provocados pelas ativi­dades humanas, em rápida mudança. Precisamos de um fio de Ariana que nos permita encontrar o caminho neste labirinto de preocupações graves e complexas. O altruísmo é o fio que nos po­de permitir ligar naturalmente as três escalas de tempo – curto, médio e longo prazo – harmonizando as suas exigências.

Uma família com o pai e a mãe desempregados pode ser feliz?
_As circunstâncias da vida podem ser muito difíceis, mas é preciso lembrarmo-nos de que há mil maneiras de viver a ad­versidade. Quando somos confrontados com situações que não escolhemos, o modo como vivemos as coisas pode agravá-las consideravelmente, ou aligeirá-las. A nossa mente pode ser o nosso melhor amigo ou o nosso pior inimigo. Por muito influen­tes que possam ser as condições externas, o mal-estar, tal como o bem-estar, é essencialmente um estado interior. Devemos assim fazer todos os possíveis para melhorar as condições exteriores e a qualidade de vida, para enfrentar as desigualdades salariais e de riqueza que vão crescendo na maior parte dos países da OCDE e que são particularmente visíveis em Portugal, mas é importante não colocar todas as nossas esperanças fora de nós. É que pode­mos ser muito infelizes quando aparentemente temos tudo para ser felizes e, ao contrário, sermos serenos na adversidade.

Existe uma receita para alcançar a felicidade?
_ Uma receita não, mas uma visão e métodos sim. A felicidade é, antes de mais, uma maneira de ser, um estado adquirido de pleni­tude subjacente a cada instante da existência e que perdura atra­vés das inevitáveis incertezas que vivemos. No budismo, a pa­lavra soukha designa um estado de bem-estar que nasce de uma mente excecionalmente saudável e serena. É uma qualidade que impregna cada experiência, cada comportamento, que abraça to­das as alegrias e todas as mágoas. É igualmente um estado de sabedoria e de conhecimento, liberto de venenos mentais e da cegueira sobre a verdadeira natureza das coisas. Soukha está es­treitamente ligado à compreensão da forma como funciona a nossa mente e depende da nossa forma de interpretar o mundo. É difícil mudar este último, mas é possível transformar a maneira como o percecionamos.

Ser feliz tem que ver com o «eu» ou com os «outros»?
_ Contribuir para a realização do bem dos outros é não só a mais desejável das atividades, mas também a melhor for­ma de realizar indiretamente o nosso próprio bem. A persegui­ção de uma felicidade egoísta está condenada ao fracasso, mas o contributo para o bem do outro constitui um dos principais fa­tores de estabilidade e, em última instância, de progresso em di­reção ao Despertar.

O altruísmo não é uma forma de apaziguar o ego? Quando fazemos bem aos outros não estamos, em primeiro lugar, a tratar de nós próprios?
_ A autoestima – o facto de sentir contentamento quando as nos­sas aspirações são satisfeitas – é compatível com a benevolência para com o outro, em oposição ao amor-próprio, que coloca os nos­sos interesses à frente dos do outro e exige que o mundo inteiro te­nha em consideração os nossos desejos. No entanto, a realização do bem dos outros não implica o sacrifício da nossa própria feli­cidade, bem pelo contrário. Se nos movemos por uma motivação altruísta, sincera e determinada, contribuir para o bem do outro é uma situação vivida como uma vitória e não como um falhan­ço, um ganho e não uma perda, uma alegria e não uma mortifi­cação. «O amor é a única coisa que duplica de cada vez que a da­mos», dizia Albert Schweitzer. Nunca poderemos, assim, falar de sacrifício, uma vez que, subjetivamente, o ato cumprido, lon­ge de ter sido sentido como um sofrimento ou perda, trouxe-nos satisfação de ter agido de maneira justa, desejável e necessária. O mundo do ego é como um pequeno copo de água: umas pitadas de sal chegam para o tornar intragável. Mas o que faz estoirar a bolha do ego é compa­rado a um grande lago: um punhado de sal não muda em nada o sabor. Em conclusão, o egoísmo só faz perdedores: torna-nos infe­lizes e leva-nos a fazer infelizes os que nos rodeiam. O amor altruísta é a mais positiva de todas as emoções positivas.

Vai estar também no Porto numa conferên­cia sobre Meditação e Ciência. Qual é a liga­ção entre uma coisa e outra?
_ A partir do ano 2000, foram lançados programas de investigação com um gru­po de pessoas que tinha consagrado uma vintena de anos ao desenvolvimento sis­temático da compaixão, do altruísmo e da paz interior. A análise de certos dados de­monstrou diferenças espetaculares en­tre os meditantes e os não praticantes. Os primeiros tinham a faculdade de gerar es­tados mentais precisos, poderosos e du­ráveis. De acordo com o investigador Ri­chard Davidson, de Wisconsin, «foi pos­sível demonstrar que o cérebro pode ser treinado e modificado fisicamente de uma forma que poucos imaginam». E quan­tas mais horas de prática, mais assinalá­vel é a transformação cerebral. Outros tra­balhos demonstraram que as áreas do cé­rebro ativadas pela empatia são distintas das que são ativadas pela compaixão e pe­lo amor altruísta. Sabemos que a resso­nância empática com a dor do outro pode conduzir, se repetida muitas vezes, a uma exaustão emocional e à aflição. É isto que vivem frequentemente os enfermeiros e médicos por estarem em contato com doentes em grande sofrimento. Este fenó­meno, conhecido em inglês como burnout, é traduzível como «exaustão emocional» ou ainda «fadiga da compaixão». Constatou-se que a compaixão e o amor altruísta estavam associados às emoções positivas. E que o burnout é uma «fadiga da empatia» e não da compaixão. Esta úl­tima, com efeito, longe de levar à aflição ou ao desencorajamento, reforça o estado de alma, o equilíbrio interior e a determinação corajosa de ajudar aqueles que sofrem. Assim, o amor e a compai­xão não geram nem fadiga nem desgaste, mas, pelo contrário, aju­dam a ultrapassá-los e a repará-los.

Os médicos acreditam nesse «poder» da meditação para prevenir doenças?
_ Outras experiências científicas demonstraram que não é neces­sário ser um meditante muito treinado para beneficiar dos efeitos da meditação, e que vinte minutos de prática diária contribuem significativamente para a redução da ansiedade e do stress, da ten­dência a ficar colérico (cujos efeitos na saúde estão bem identifi­cados) e do risco de recaída em caso de depressão grave. Oito se­manas de meditação sobre a consciência plena, de cerca de trin­ta minutos diários, reforçam notavelmente o sistema imunitário. O que é indispensável, na prática, não é meditar durante longos períodos, mas fazê-lo regularmente. O estudo da in­fluência dos estados mentais sobre a saúde, outrora classificados como fan­tasia, está cada vez mais na ordem do dia da investigação científica.

Deixou uma carreira científica para abra­çar o budismo. Qual foi o momento deter­minante para essa mudança?
_ O momento-chave foi o encontro com mestres espirituais tibetanos, na Índia. Tive uma imensa sorte de encon­trar o meu mestre espiritual, Kangyur Rinpotché, em 1967, perto de Djarlee­ling, na Índia, e de passar, depois da sua morte, em 1975, alguns anos em retiro perto do mosteiro onde viveu. A par­tir de 1981, tive o privilégio de viver 13 anos junto de um outro grande mestre tibetano, Dilgo Khyentsé Rinpotché, e de receber os seus ensinamentos. De­pois, tive numerosas ocasiões de ser­vir o XIV Dalai Lama e de receber os seus ensinamentos. Um mestre espiri­tual autêntico é alguém que vos mos­tra aquilo que vocês poderiam ser. É al­guém que está em perfeita sintonia com aquilo que ensina. O mensageiro torna–se a mensagem.

Meditar está ao alcance de todos?
_ Claro que sim! A meditação visa al­cançar um melhor conhecimento da nossa mente e uma maior capacidade de gerir os nossos pensamentos. Estamos confrontados com a nossa mente de manhã à noite e é ela, afinal de contas, que determina a qualidade de cada momento da nossa existência. O facto de conhecer melhor a sua verdadeira natureza e de compreender os seus mecanismos vai influenciar de maneira crucial essa qualidade.

As emoções condicionam a nossa mente. O que diria a quem sente raiva, ciúme, inveja…?
_ É preciso, em primeiro lugar, que essa pessoa reconheça o cará­ter destrutivo dessas emoções. Quando falamos de emoções ne­gativas, como no caso da raiva ou do ciúme, o termo «negativo» não tem valor moral, mas prático. Isto significa «menos» felicida­de e mais sofrimento. Ouvimos dizer que o budismo em geral, e a meditação em particular, visam suprimir as emoções. Tudo de­pende daquilo que entendemos por «emoção». Se forem pertur­bações mentais como o ódio e a inveja, porque não desembara­çarmo-nos delas? Se for um sentimento de amor altruísta ou de compaixão para com os que sofrem, porque não desenvolver es­sas qualidades? Este é, em qualquer caso, o objetivo da meditação. Compreendamos que é a acumulação e encadeamento das emo­ções e dos pensamentos que geram os nossos humores, os quais duram alguns instantes ou alguns dias, e que formam, a longo prazo, as nossas tendências e traços de caráter. É por isso que se aprendermos a gerir as emoções, pouco a pouco, de emoção em emoção, de dia para dia, acabaremos por transformar a nossa maneira de ser.

O budismo é uma filosofia de vida?
_ O budismo é uma religião, uma filo­sofia, uma sabedoria ou uma arte de vi­ver? É uma questão frequentemente co­locada ao Dalai Lama e à qual responde com humor: «Pobre budismo! Eis que é rejeitado pelos religiosos, que dizem que é uma filosofia ateia, uma ciência da mente, e pelos filósofos que o colocam na prateleira das religiões. Mas isto po­de ser uma vantagem, pois permite-lhe construir uma ponte entre as religiões e filosofias». Diria que o budismo é uma tradição espiritual da qual emana uma sabedoria aplicável a todos os momen­tos da existência e em todas as circuns­tâncias.

E, em sua opinião, porque é que vai con­quistando cada vez mais seguidores no Ocidente?
_ Tem de lhes perguntar! Não posso fa­lar por eles. Talvez seja devido ao facto de o budismo oferecer uma perspetiva muito pragmática em relação aos me­canismos da felicidade e do sofrimento.

Como vê o atual Papa Francisco? Existe algum ponto em comum entre o catolicis­mo e o budismo?
_ Tenho grande admiração pelo Papa Francisco, pela sua simplicidade, pela sua humildade e bom senso. Estou con­vencido de que pode fazer muito pelo mundo. Fiquei particularmente surpreendido quando, pouco tempo depois da sua eleição, foi a uma prisão em Itália e lavou os pés a uma mulher muçulmana. O budismo e o cristianismo têm em comum a importância que dão ao amor ao próximo. É preci­so que as religiões estejam ao serviço dos mais humildes e dos ne­cessitados, o seu objetivo não deve ser o de converter as pessoas, mas sim ajudá-las e libertá-las dos seus sofrimentos.

O que «ganhou» em tornar-se um monge budista?
_ A liberdade de me dedicar o mais possível – embora nunca o su­ficiente, devia, claro, praticar mais – à prática espiritual.

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QUEM É MATTHIEU RICARD?
Nasceu em Paris, em 1946, num meio privilegiado, filho do filósofo francês Jean François Revel e da pintora Yahne Le Tourmelin. Doutorado em Biologia Molecular pelo Instituto Pasteur, sob orientação do Prémio Nobel François Jacob, cedo se interessou pelo budismo. Decidiu então abandonar a carreira científica e tornar-se monge. Escreveu várias obras sobre a espiritualidade, sendo a mais conhecida O Monge e o Filósofo – um diálogo com o seu pai sobre o sentido da vida. É um amante da fotografia, tendo cerca de uma dezena de livros publicados com imagens de rara beleza sobre a Índia, Nepal, Butão e Tibete, e um membro ativo do Mind and Life Institut, com sedes na Suíça e nos EUA. Desenvolveu a asso­ciação Karuna-Shechen, através da qual apoia projetos huma­nitários e construção de pontes, sobretudo nos Himalaias. É também conhecido como o «homem mais feliz do mundo».”

Fonte: http://www.noticiasmagazine.pt/

As mãos que alimentam.

“Um jovem foi se candidatar a um alto cargo em uma grande empresa .

Passou na entrevista inicial e estava indo ao encontro do director para a entrevista final.1014456_638586606222344_5705034849317957508_n O director viu seuCV, era excelente. E perguntou-lhe:
– Você recebeu alguma bolsa na escola? – o jovem respondeu – Não.
– Foi o seu pai que pagou pela sua educação?
– Sim – respondeu ele.
– Onde é que seu pai trabalha?
– Meu pai faz trabalhos de serralharia.

O director pediu ao jovem para mostrar suas mãos.
O jovem mostrou um par de mãos suaves e perfeitas.

– Você já ajudou seu pai no seu trabalho?
– Nunca, meus pais sempre quiseram que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, ele pode fazer essas tarefas melhor do que eu.

O Diretor lhe disse:
– Eu tenho um pedido: quando você for para casa hoje, vá e lave as mãos de seu pai. E venha me ver amanhã de manhã.

O jovem sentiu que a sua chance de conseguir o trabalho era alta!

Quando voltou para casa, ele pediu a seu pai para deixá-lo lavar suas mãos.
Seu pai se sentiu estranho, feliz, mas com uma mistura de sentimentos e mostrou as mãos para o filho. O rapaz lavou as mãos de seu pai lentamente. Foi a primeira vez que ele percebeu que as mãos de seu pai estavam enrugadas e tinham muitas cicatrizes. Algumas contusões eram tão dolorosas que sua pele se arrepiou quando ele a tocou.
Esta foi a primeira vez que o rapaz se deu conta do significado deste par de mãos trabalhando todos os dias para pagar seus estudos. As contusões nas mãos eram o preço que seu pai teve que pagar por sua educação, suas actividades escolares e seu futuro.
Depois de limpar as mãos de seu pai, o jovem ficou em silêncio organizando e limpando a oficina do pai. Naquela noite, pai e filho conversaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi encontra-se com o Director.
O director percebeu as lágrimas nos olhos do moço quando ele perguntou:
– Você pode me dizer o que você fez e aprendeu ontem em sua casa?
O rapaz respondeu:
– Lavei as mãos de meu pai e também terminei de limpar e organizar sua oficina. Agora eu sei o que é valorizar, reconhecer. Sem meus pais, eu não seria quem eu sou hoje… Por ajudar o meu pai agora eu percebo o quão difícil e duro é para conseguir fazer algo sozinho. Aprendi a apreciar a importância e o valor de ajudar a família.

O director disse:
– Isso é o que eu procuro no meu pessoal. Quero contratar uma pessoa que possa apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conhece os sofrimentos dos outros para fazer as coisas, e que não coloca o dinheiro como seu único objectivo na vida. Você está contratado.

Uma criança que tenha sido protegida e habitualmente dado a ela o que quer, desenvolve uma mentalidade de “Tenho direito” e sempre se coloca em primeiro lugar. Ignora os esforços de seus pais.
Se somos esse tipo de pais protectores, estamos realmente demonstrando amor ou estamos destruindo nossos filhos?
Você pode dar ao seu filho uma casa grande, boa comida, educação de ponta, uma televisão de tela grande… Mas quando você está lavando o chão ou pintando uma parede, por favor, o faça experimentar isso também . Depois de comer, que lave os pratos com seus irmãos e irmãs. Não é porque você não tem dinheiro para contratar alguém que faça isso; é porque você quer amar do jeito certo. Não importa o quão rico você é, você quer entender. Um dia, você vai ter cabelos brancos como a mãe ou o pai deste jovem.

O mais importante é que a criança aprenda a apreciar o esforço e ter a experiência da dificuldade, aprendendo a capacidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.”

(Tradução da postagem de Adri Gehlen Korb)

Cuidado com a sua postura ao computador.

Alguns conselhos sobre postura ao computador, no trabalho e em casa.

“Ter um portátil ao invés de um desktop trouxe benefícios incalculáveis às nossas vidas. Hoje em dia na generalidade quando se fala num computador, pensa-se num portátil. Eles são pequenos, transportáveis, podemos usá-los em qualquer lugar, ocupam pouco espaço, fazem pouco barulho, são discretos e já vêm com vários acessórios embutidos, como é o caso do microfone, câmara e rato. No entanto a nossa postura perante o computador tem vindo a agravar-se já que ao tratar-se de um equipamento mais pequeno e mais flexível, pode ser pousado em qualquer lugar impedindo que tenhamos a postura mais correcta perante este.

Enquanto estamos à secretária, sentados no sofá ou mesmo deitados na cama, devemos olhar cuidadosamente para a nossa postura, porque e apesar de estarmos confortáveis, por vezes não nos apercebemos que estamos a criar tensão em certos pontos do corpo que mais tarde ou mais cedo irão despoletar em dores, ou mesmo dar origem a doenças graves irreversíveis.

Veja o seguinte vídeo que explica algumas dicas sobre como a postura correcta no local de trabalho.

De seguida, e apesar de já nos terem ensinado na escola as regras básicas de estar correctamente sentado, apresentamos um vídeo onde poderá verificar se se está correctamente sentado.

Esperamos que com este avivar de memória passe a ter mais cuidado com a sua postura, pois esta é fundamental para o seu bem estar e saúde.”