20 Dores corporais e a relação delas com os sentimentos

“A dor fala mais do que estamos vivendo do que se imagina.
Se você está sofrendo com algum tipo de dor, este post pode ajudar a encontrar a causa. Não se assuste se essa causa não for uma inflamação ou lesão, mas um problema emocional.
Capturar
Preparamos esta matéria com muito carinho. Pois temos certeza de que ela vai ajudar muitas pessoas, que poderão se livrar de sua dor física a partir do instante que se curarem da dor interior.

Aprenda a decodificar a mensagem do seu corpo e seja mais feliz:
1. Dores musculares: revela que a pessoa está com dificuldades em aceitar mudanças.
A pouca flexibilidade na vida pode ser prejudicial, procure se adaptar às novas situações.

2. Dor de cabeça: você tem uma decisão a tomar?
Então se posicione!
A tensão provoca estresse. Procure relaxar e deixar a mente mais leve.

3. Dor de garganta: esta é uma dor bem comum e pode ser o indicador de que você está com problemas de perdoar, seja os outros ou até a si mesmo(a).
Reflita sobre o amor e a compaixão.

4. Dor nas gengivas: talvez seja a dificuldade de tolerar ou de tomar decisões.
A indecisão e o desconforto causado por ela são muito perigosos! Cuidado!

5. Dor nos ombros: pode indicar uma sobrecarga emocional. Não carregue tanto peso sozinho(a), distribua. Além disso, não acumule problemas, resolva-os.6. Dor de estômago: parece engraçado, mas é real.
Se você não “geriu” bem alguma situação ruim, pode ter dores no estômago.

7. Dores na parte superior das costas: procure alguém para compartilhar os problemas e alegrias.
Este pode ser o indício de que você precisa de apoio emocional.

8. Dor na região lombar: pode ser sinal de falta de dinheiro ou de apoio emocional.
Seja optimista e reaja.

9. Dores no sacro e cóccix: há situações que precisam ser resolvidas e você está ignorando?
Pense bem.

10. Dor de cotovelo: outra parte do corpo que está bem relacionada à resistência a mudanças.
Ouse! Se não for possível, pelo menos trabalhe sua mente para se ver livre do que está pressionando.

11. Dor nos braços: é pesado carregar algo ou alguém com muita carga emocional.
Veja se é necessário mesmo fazer isso. Reflita sobre o assunto.
12. Dor nas mãos: mostra falta de conexão com as pessoas ao seu redor.
Procure fazer novos amigos e estreitar os laços de amizade com os mais antigos.

13. Dor nos quadris: se você anda com medo de agir, isso pode resultar em dor nos quadris. Está pensando em novas ideias?
Posicione-se! Isso vai lhe dar grande alivio.

14. Dor nas articulações: músculos e articulações são flexíveis.
Seja como eles: procure novas experiências na vida – com responsabilidade.

Joelho15. Dor nos joelhos: provavelmente seja o orgulho. O que acha de ser humilde e aceitar as diferenças e circunstâncias?
Sabemos que não é fácil. No entanto, é necessário. Você é mortal, como todos os outros – não perca tempo e viva em amor.

16. Dor de dente: pense positivo. Se estiver em situações difíceis, tenha fé que tudo será resolvido.
Esta dor simboliza um fato que não está agradando a você.

17. Dor no tornozelo: seja mais tolerante com si mesmo(a).
Permita-se ser feliz e não cobre tanto. O que acha que dar um toque especial na vida amorosa?

18. Dor que causa fadiga: viva novas experiências.
Livre-se do tédio!

19. Dor nos pés: um novo passatempo ou um animal de estimação pode pôr fim à vida deprimida de qualquer pessoa.
Não permita pensamentos negativos, e os positivos farão você “voar”.

20. Dores em várias partes do corpo: nosso corpo é formado por energia.
Se você estiver uma pessoa muito negativa, vai sofrer dores e ter uma queda na imunidade.
Cuidado!”
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Fonte: Cura Pela Natureza

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MASSAGEM TERAPÊUTICA E OS SEUS BENEFÍCIOS

“A Massagem terapêutica tem sido estudada cientificamente por muitos anos. Tem apresentado muitos efeitos positivos em uma variedade de condições de saúde. Teve suas raízes com Pehr Henrique Ling em 1813, ganhou força e maior arsenal terapêutico com o Dr. Mezger da Holanda. A partir da massagem terapêutica, diversos profissionais e o próprio público em geral, passou a mudar o olhar com relação a profissão. Em 1916, com as pesquisas sobre efeitos fisiológicos o Dr. Mennell, reconhece os benefícios e efeitos já ditos por Ling 100 anos antes.

Massagem-Terapeutica

Tais efeitos eram: mecânicos, fisiológicos e Reflexos. Em 1950, Gertrud Beard propõe seu próprio método de massagem Terapêutica, fugindo das propostas de Ling, Mezger e Mennell, entretanto, a massagem dita terapêutica, possuía um arsenal próprio, com princípios e praticas especificas. Muito utilizado por médicos e práticos esse sistema ficou com os massoterapeutas.

Há muitos aspectos positivos da massagem. Um dos mais importantes benefícios da massagem é um aumento da circulação, que podem acelerar a cura e melhorar a recuperação, que foi preconizado por Ling em 1813. Outro aspecto é o conhecimento da natureza dos tecidos, campo especifico da massoterapia, onde a massagem terapêutica ganha respaldo.
Preconizado por Boris Chaitow, Stanley Lief e Cyriax.

Hoje em dia, pesquisas científicas mostram claramente muitos benefícios da massagem na nossa saúde e bem-estar, dentre elas:
Benefícios da Massagem
• Alivia o stress e promove uma sensação geral de relaxamento, ajudando você a respirar e se mover mais facilmente
• Alivia a dor e a tensão, e ajuda a gerenciar melhor a dor
• Reduz a inflamação
• Promove a rápida recuperação de lesões (trabalho, trauma, acidente ou desportivas)
• Aumenta a mobilidade e permite uma maior flexibilidade articular e amplitude de movimento
• Melhora a circulação
• Melhora e fortalece o sistema imunológico
• Alivia problemas oste-omusculares e melhora a postura
• alivia os desconfortos da gravidez
• Reduz a ansiedade e promove uma sensação geral de bem-estar
• Aumenta a consciência corporal

Massagem terapêutica e Condições de Saúde
Além de ser muito eficaz no alívio do stress, há muito a pesquisa científica que mostra como a massagem pode ajudar com uma variedade de condições de saúde, incluindo:
• Ansiedade e depressão
• Artrite
• Dor nas Costas
• Síndrome do túnel cárpico
• A dor crónica e aguda
• problemas circulatórios
• Depressão
• desordens digestivas
• Fibromialgia
• Doenças músculo-esqueléticas
• Dor
• Distúrbios do Sono
• Lesões desportivas
• Stress
• Tendinite
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Segundo Tifany Field do Instituto do Toque em Miami, a massagem terapêutica possui escopo de estudo especifico e requer dedicação por parte do terapeuta. Nela são encontradas as seguintes técnicas: DLM, massagem sueca modificada, técnicas de fricções diversas, manobras de compressão, cinesiologia e etc.
Os terapeutas de massagem irão usar uma variedade de técnicas para promover a cura e relaxamento, bem como promover uma maior flexibilidade e amplitude de movimento. Quando um grupo específico do músculo está lesionado ou contraturados, outros músculos ao redor da área afretada também ficam atingindos em resposta a ferimentos ou contracções.

É necessário também estudo sobre miologia, que é fundamental para formação do profissional. Segundo L.Chaitow a massagem terapêutica foi o sistema que mais elevou a profissão em todo o mundo, mas requer treinamento nos fundamentos suecos e da anatomia e fisiologia sem deixar o estudo de patologias. Não podemos aceitar a massoterapia sem escopo de estudo com carga horária de anatomia e fisiologia, sem levar em consideração matérias como biossegurança, orientação em saúde, citologia e histologia…
Massagem terapêutica é área de saúde e, portanto, com formação técnica.”

Fonte Touch Tiffany Field, MIT Press, 2001

Depressão e trabalho

A depressão é uma patologia que afecta 1 em cada 5 pessoas e na sua origem podem incluir-se diversos fatores, entre eles o trabalho. Saiba identificar os sinais de alarme.

O trabalho – considerado um pilar da auto-estima – está na origem de muitos casos de depressão actualmente. Aprenda a defender-se da doença que, segundo a European Alliance Against Depression (EAAD), pode afetar 1 em cada 5 pessoas ao longo da vida. work_overload_iStock_000001A depressão é…

Uma palavra muito usada, mas nas situações erradas. Ao contrário do que se possa pensar, não se trata de um episódio de tristeza ou desânimo que se pode superar com força de vontade. É uma patologia real e diagnosticável que pode ser desencadeada por um evento marcante – morte de um ente querido, divórcio, desemprego, entre outros acontecimentos marcantes – mas, também pode manifestar-se sem que exista uma razão aparente. Pode afetar qualquer pessoa, de qualquer idade, profissão ou condição social mas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) as mulheres são mais atingidas pela depressão.

No trabalho

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão é a primeira causa de incapacidade no trabalho, afetando a produtividade e originando absentismo recorrente. Uma situação económica adversa, as alterações e a insegurança em manter o emprego, o conflito com chefias ou o mau ambiente entre colegas podem ser fatores de risco. O estudo IDEA (Impact of Depression in the Workplace in Europe Audit), conduzido pela European Depression Association (EDA) em 2012, concluiu que 1 em cada 10 trabalhadores já faltou ao trabalho devido a depressão, uma patologia que se traduz numa média de 35 dias de absentismo anuais. Dos inquiridos, 1 em cada 4 admitiu não informar a chefia da doença que tinha, sendo as principais razões apontadas o receio de não ser compreendido ou de perder o emprego.

As causas

De acordo com a European Alliance Against Depression (EAAD), estudos científicos apontam para uma componente genética que triplica a probabilidade de depressão nas pessoas cujos pais ou irmãos tenham sofrido da doença. Desequilíbrios hormonais, algumas doenças infeciosas ou a doença de Parkinson, bem como a toma de determinados medicamentos (anti-hipertensores, corticoides, entre outros) podem favorecer a ocorrência de episódios depressivos.

Na maioria das vezes, a depressão resulta de uma combinação de fatores biológicos e psicológicos que podem ser desencadeados por um episódio negativo marcante, como por exemplo, a perda de emprego.

Sinais de alarme

ADealing-with-depression-at-work depressão pode surgir associada a pensamentos negativos, perda de interesse pelas actividades de que se gosta, ansiedade, incapacidade de superar as emoções negativas e busca de isolamento. Para além dos sinais emocionais podem também surgir consequências físicas como mal-estar, dores de cabeça, dores de costas ou dores abdominais, perda de apetite, fadiga, alterações e distúrbios do sono (insónia ou sonolência) e dificuldade de concentração.

Procurar ajuda

Se os sintomas se prolongarem por mais de duas semanas e começarem a afetar a rotina e a execução de tarefas diárias, deve consultar um especialista. O diagnóstico é feito através da avaliação clínica e do grau/persistência dos sintomas. A abordagem pode incluir o tratamento farmacológico, com antidepressivos que atuam ao nível dos neurotransmissores cerebrais, e/ou psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental que visa corrigir o padrão de pensamentos negativos e ajudar a pessoa a adaptar-se à realidade. Podem também ser benéficas técnicas de relaxamento ou de meditação (mindfulness), atividades que fomentem o contacto social e o exercício físico.

Feliz a trabalhar

Existem formas de prevenir a depressão e ter um estilo de vida saudável que inclua a satisfação no trabalho. Trabalhar numa envolvente harmoniosa, onde o valor de cada um é reconhecido, aumenta a motivação e a autoestima. Organizar a agenda é uma boa estratégia para minimizar o stress. Faça uma lista das tarefas para o dia seguinte, estabelecendo prioridades, e consulte essa listagem de manhã, antes de começar a trabalhar, para saber o que terá de fazer. Tenha-a sempre à mão para poder planear cada dia com antecedência. Quando possível, delegue tarefas.

Para uma boa saúde física e mental importa ainda fortalecer os laços sociais, ter uma alimentação equilibrada e fazer exercício regularmente. Os benefícios do exercício físico são reconhecidos e, atualmente, há empresas que disponibilizam aulas de ginástica laboral para os funcionários.

Esteja atento aos sinais

A depressão é um problema que pode afetar qualquer pessoa, idade, profissão ou condição social. As causas podem ser variadas, mas a ansiedade e o stress causados pelo trabalho são muitas vezes razões que levam a este diagnóstico. Identificar os sinais de alerta é muito importante para procurar ajuda médica atempadamente e iniciar o tratamento.”
Fonte: advancecare.pt

O que fazer para aliviar a dor no joelho

“A dor no joelho é um sintoma que pode surgir devido ao desgaste da articulação, ao excesso de peso ou às lesões desportivas que podem acontecer no jogo de futebol ou durante uma corrida, por exemplo.

Porém, quando a dor no joelho impede o caminhar ou piora ao longo do tempo, pode ser sinal de um problema mais grave, como rompimento dos ligamentos, osteoartrite ou cisto de Baker, que podem ser confirmados através de exames como o raio-x ou tomografia computadorizada.

No entanto, a dor no joelho, na maioria dos casos, não é grave e pode ser tratada em casa com a aplicação de gelo 2 vezes por dia, nos primeiros 3 dias a partir do início da dor. Além disso, a utilização de faixa elástica no joelho durante todo o dia ajuda a imobilizá-lo, diminuindo a dor enquanto se espera pela consulta do ortopedista.
Joelho

O que pode causar dor no joelho
A 4 principais causas de dor no joelho são:
1- Dor no joelho após corrida pode ser sinal de estiramento dos ligamentos ou tendinite, podendo surgir após exercícios de impacto, como caminhar, saltar ou pedalar;

2-
Dor no joelho no parte interna pode surgir devido a uma entorse do joelho, provocada por pancadas na lateral do joelho, causando inchaço no lado oposto ao do trauma;
3- Dor na parte de trás do joelho pode ser suspeita de cisto de Baker, um pequeno inchaço que surge atrás do joelho e que provoca aumento da dor quando o paciente faz agachamento ou quando dobra o joelho;
4- Dor no joelho em dias frios é mais comum em idosos e, geralmente, está relacionado com a existência de artrite na articulação, sendo que a dor é mais frequente durante os primeiros minutos da manhã.Tratamento alternativo para dor no joelho
Normalmente, a dor no joelho pode ser tratada com anti-inflamatórios receitados pelo ortopedista, como Diclofenaco ou Ibuprofeno, ou cirurgia para substituição de porções danificadas do joelho. Porém, pode ser adotado um tratamento alternativo para dor no joelho, especialmente por quem tem estômago sensível aos anti-inflamatórios e inclui:

– Homeopatia:
utilização de remédios homeopáticos, como Reumamed ou Homeoflan, da Almeida Prado, receitados pelo ortopedista, para tratar a inflamação do joelho causada por artrite ou tendinite, por exemplo;


– Compressas: colocar compressas quentes com 3 gotas de óleo essencial de sálvia ou alecrim 2 vezes por dia, a partir do 3º dia de surgimento dos sintomas;


– Repouso do joelho: consiste em enfaixar o joelho, principalmente quando é necessário permanecer muito tempo em pé.

O paciente com dor no joelho pode enriquecer a sua alimentação diária com alimentos com propriedades anti-inflamatórias, como gengibre, cúrcuma, salmão ou sementes de chia, que ajudam a complementar o tratamento e a prevenir dor em outras articulações. Além disso, deve-se evitar alimentos muito açucarados, pois agravam a inflamação em qualquer parte do corpo.

Outras formas naturais de aliviar a dor no joelho
Algumas dicas para aliviar a dor no joelho incluem evitar correr ou caminhar sempre que a dor no joelho estiver presente, não pegar em peso e sentar em cadeiras altas, para não forçar os joelhos ao levantar.

O tratamento alternativo para dor no joelho não deve substituir o tratamento indicado pelo médico, uma vez que pode piorar o problema que causou a dor no joelho.

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A manifestação das emoções no corpo

Quando não temos consciência do que reprimimos, o corpo manifesta-se! Tome atenção aos sinais!

“Você já pensou que somos seres completos e tudo o que nos compõe – corpo, mente e espírito – é ligado de tal forma que a deficiência de um pode afectar os demais?

A conclusão da doutora em psicologia Susanne Babbel.

Depois de um minucioso estudo, a dra. Babbel concluiu que boa parte das dores crônicas que sentimos não tem nada a ver com doenças graves ou lesões anteriores.

Ela acredita que adquirimos a maioria das dores com emoções negativas  – como o stress – que acabam afretando alguns órgãos.

Viu como a mente é poderosa?

O estudo da psicóloga resultou num “mapa” que mostra como as emoções interferem na saúde.

Este post vai mostrar a você esse “mapa” e como você pode tratar e neutralizar os efeitos negativos das emoções.

1 – Dor de cabeça: na maioria das vezes, a dor na cabeça (ou enxaqueca) acontece por causa da pressão do dia a dia, o stress e a sobrecarga de actividades.

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O que é a Fibromialgia?

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“Fibromialgia é uma”dor nos músculos e nos tecidos fibrosos” (ligamentos e tendões). A doença se caracteriza por uma dor espalhada por todo o corpo. Sempre existiu, mas só foi oficialmente reconhecida em 1981, num congresso de medicina nos Estados Unidos.

Sintomas Dores: começam numa área específica – o ombro ou a coluna lombar, por exemplo – e depois se estendem para todo o corpo; o paciente sente uma rigidez generalizada do corpo, ao se levantar de manhã, e inchação nas mãos e nos pés. Também se notam formigamentos nas mãos e cansaço (se mantêm durante quase todo o dia, semelhante à fadiga crônica) .
A vítima se sente como se estivesse totalmente sem energias. Sofre enxaquecas, dores na menstruação e secura na boca; ansiedade e depressão; insônia: com dores pelo corpo todo, a pessoa não encontra uma posição confortável para dormir.

As mulheres são as maiores vítimas da Fibromialgia. Esta doença é oito vezes mais freqüente em mulheres do que em homens.

Diagnóstico: O exame é feito com o tato, pois a vítima tem um nódulo (caroço) na junção entre o nervo e o músculo. O nódulo funciona como um “ponto de gatilho” da dor: ou seja, sempre que ele é pressionado surgem dores. O médico só consegue identificar a enfermidade pressionando-o, com o polegar. São 18 pontos pré-determinados do corpo. Se pelo menos 11 pontos estiverem doloridos, a doença é diagnosticada.

Localização da dor: 

Pacientes com fibromialgia têm dor em pelo menos 11 dos seguintes 18 locais sensíveis (um em cada lado do corpo):

1. Base do crânio onde o músculo suboccipital se insere.
2. Atraz na parte baixa do pescoço (espaço inter-transverso anterior de C5-C7).
3. Ponto central dos ombros superiores (trapezius).
4. Na parte de traz no meio da omoplata.
5. No tórax onde a segunda costela se prende ao osso do peito (esterno).
6. Uma polegada abaixo na parte de fora de cada cotovelo (epicondile lateral).
7. Quadrante exterior superior das nádegas.
8. Justo atraz da inchação no osso superior da perna, debaixo do quadril (proeminência trochantérica).
9. Na parte interior de ambos os joelhos (gordura mediana protetora próxima da linha da junta).
Causas: O ser humano tem mecanismos para sentir dores e para se proteger delas. O mecanismos que regula a sensação de dor é uma substância chamada serotonina. Numa pessoa saudável, quando o corpo se exercita, ou se movimenta, o organismo produz automaticamente a serotonina para proteger os músculos de dores. Quem tem fibromialgia produz – por motivos que a ciência ainda não sabe explicar – pouca serotonina. Assim, basta uma pequena sobrecarga das articulações, uma leve movimentação do corpo, para que a dor comece.
Fatores que desencadeiam a doença
Externos: Clima úmido; sedentarismo (falta de exercícios); postura incorreta.
Internos: Depressão; ansiedade; problemas emocionais.

Pontos do exame feitos pelo médico: Pescoço, cotovelos e joelhos

Tratamento: Antes de tudo, é preciso manter hábitos saudáveis, como procurar dormir bem. Isto é fundamental na terapia. O lado psicológico não pode ser esquecido: a paciente precisa ocupar o seu tempo com actividades que a façam se sentir útil, para não se entregar à doença e recuperar o prazer de viver.

A massagem é um bom tratamento, desde que seja leve, sem pressionar demais os músculos, para não agravar as dores, mas o exercício ideal seria a Hidroginástica e devendo ser praticada em águas aquecidas, pois o paciente com fibromialgia não suporta a dor se for submetido a exercícios em água fria. Ainda devem ser ministrados bastante alongamentos para que os músculos sejam estimulados a reabilitação ”

http://blogfisiobrasil.blogspot.com.br/- fonte

Depressão mascarada – As oito atitudes típicas de quem a rejeita

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Nesse artigo conheça 8 sintomas de pessoas que levam a vida com o que chamamos de “depressão mascarada”, doença que elas tentam esconder ou mesmo que nem sabem que têm.

Embora a sociedade atual demonstre, de modo geral, um maior conhecimento sobre a depressão, o que se vê, muitas vezes, é uma compreensão equivocada desta doença e de seus sintomas.

Por tratar-se de uma doença marcada por um estigma, nem
sempre conseguimos identificar familiares ou pessoas próximas que estejam lutando contra a depressão. Pior ainda: devido às concepções equivocadas sobre os diferentes modos de manifestação da doença, e o tipo de ajuda a ser buscado, muitos indivíduos que sofrem de depressão não recebem o devido diagnóstico.

O resultado disso é que muitos indivíduos convivem com uma depressão mascarada – ou seja, invisível para as pessoas que os cercam, ou mesmo para eles próprios. Além disso, nos casos em que não recebeu o diagnóstico adequado, o indivíduo tenderá a lidar com seus problemas de modo a esconder a depressão, e terá dificuldades para reconhecer os verdadeiros sintomas da doença.

É preciso deixar de lado a concepção de que o sofrimento é sempre visível. Deste modo, será possível compreender melhor e oferecer ajuda aos que lutam contra as doenças não manifestas. Listamos, a seguir, alguns sinais de uma pessoa que talvez sofra de uma depressão mascarada.

1. Ela talvez “não pareça deprimida”

Influenciados por estereótipos culturais e veiculados pela mídia, muitos têm uma imagem equivocada do comportamento e da aparência do indivíduo com depressão. Na visão do senso comum, esta pessoa raramente sai de seu quarto, veste-se com desleixo, e parece estar sempre triste. Porém, nem todos que sofrem de depressão têm o mesmo comportamento.

Claro que os indivíduos são diferentes, assim como variam os sintomas e a capacidade de cada um de lidar com a doença. Muitos conseguem exibir um “verniz” de boa saúde mental – como mecanismo de autoproteção –, mas o fato de serem capazes de fazê-lo não significa que eles sofram menos. Do mesmo modo, as pessoas incapazes de mostrar tal “verniz” não são mais “fracas” que as demais.

2. Ela pode parecer exausta, ou queixar-se de um cansaço constante

depression_by_ajgiel-d7l4ewuUm efeito colateral da depressão é um cansaço permanente. Embora este sintoma não se manifeste em todos que sofrem de depressão, ele é muito comum. Em geral, é um dos piores efeitos colaterais desta doença.

Além disso, se o indivíduo não recebeu o diagnóstico de depressão, a causa deste cansaço pode ser uma incógnita. Mesmo que ele durma um número suficiente de horas à noite, talvez acorde na manhã seguinte como se tivesse dormido pouco. Pior que isso: talvez ele culpe a si mesmo, atribuindo isso à preguiça ou então que algum defeito de sua personalidade esteja causando esta sensação de fraqueza e falta de energia.

Este sintoma também acaba se tornando uma dificuldade para quem recebeu o diagnóstico de depressão, mas tenta ocultá-la dos amigos e colegas. Isso porque esta sensação de cansaço afeta o seu ritmo de trabalho e também os seus relacionamentos pessoais.

3. Ela poderá ficar mais irritadiça

O comportamento de uma pessoa com depressão pode ser interpretado equivocadamente, como melancolia. É muito comum que a pessoa deprimida fique mais irritadiça, e que isso não seja interpretado como um sintoma da doença. Isso é compreensível, já que a depressão não é problema de saúde “visível”, e tampouco pode ser medido com precisão – o que dificulta o combate à doença.

Além disso, o esforço constante exigido do indivíduo para lidar, ao mesmo tempo, com as inúmeras demandas de sua vida cotidiana, e com a depressão, suga suas energias, deixando-o impaciente e incapaz de ter a compreensão exata sobre as coisas.

Se o seu amigo ou conhecido recebe o diagnóstico de depressão, e compartilha esta informação com você, uma dificuldade poderá surgir, caso o comportamento desta pessoa não corresponda à imagem (equivocada) que se tem de uma pessoa com depressão: um indivíduo tímido e calado. A tendência a ter “pavio curto” e a irritar-se com facilidade é, na verdade, um efeito colateral da depressão.

4. Para ela, pode ser difícil corresponder ao afeto e preocupação das pessoas ao redor

A ideia equivocada mais comum em relação à depressão, sugerida nos parágrafos acima, é que ela causa um sentimento de tristeza.

Pelo contrário: muitas vezes, o indivíduo com depressão não sente nada; ou então vive as emoções de modo limitado ou passageiro. Depende de cada caso, mas muitos relatam um sentimento parecido com o “torpor”, e o mais próximo que chegam de uma emoção é uma espécie de tristeza, ou irritação.

Deste modo, o indivíduo terá dificuldade para corresponder de modo adequado a gestos ou palavras afetuosas. Ou então nem se dará ao trabalho de manifestar qualquer reação.

Talvez demonstre uma irritação nada racional: é possível que o cérebro dele tenha dificuldades para processar e corresponder ao seu afeto e carinho.

5. Talvez recuse a participar de atividades de que gostava muito

Uma atípica falta de interesse em participar de atividades – e durante um longo período – pode ser um sinal de depressão. Conforme mencionado acima, esta doença drena a energia do indivíduo tanto no plano físico quanto no mental – o que afeta sua capacidade de sentir prazer com as atividades cotidianas.

Um indivíduo com depressão talvez não se sinta mais atraído por atividades que adorava no passado, pois esta doença acaba dificultando o desfrute de tais atividades, que não satisfazem mais o indivíduo. Se não há nenhum outro sinal visível que possa explicar o interesse cada vez menor do indivíduo por estas atividades, este talvez seja um sintoma de depressão clínica.

6. Talvez passe a ter hábitos alimentares incomuns

O indivíduo deprimido desenvolve hábitos alimentares incomuns por duas razões: como um modo de lidar com a doença, ou como um efeito colateral da ausência do cuidado consigo mesmo. Comer pouco ou em demasia é um sinal comum de depressão. A ingestão excessiva de alimentos é vista como vergonhosa, e neste caso a comida talvez seja a principal fonte de prazer da pessoa com depressão, o que a faz comer além do necessário.

Quando o indivíduo depressivo come pouco, em geral é porque a doença está afetando seu apetite, transformando o ato de comer em algo desagradável. Isso também pode ser uma necessidade subconsciente de controlar algo, já que ele não é capaz de controlar sua depressão. Se a pessoa não recebeu o devido diagnóstico, ou se omitiu diante das pessoas o fato de estar deprimida, elas poderão considerar que os hábitos alimentares “errados” se devem a um defeito de personalidade, e tal “julgamento” fará com que o indivíduo deprimido se sinta ainda pior.

7. Os outros talvez passem a exigir mais de você

Naturalmente, as funções vitais de um indivíduo com depressão não podem ser as mesmas de alguém com boa saúde mental. Haverá coisas que ele não será mais capaz de fazer com a mesma frequência, ou abandonará de vez. Perturbá-lo ou fazer com que ele se envergonhe por causa disso só tende a causar mágoas, em vez de ajudar. Se a depressão é um assunto que ele tem tido dificuldade de abordar, será igualmente difícil para ele lidar com alguém que fique irritado diante de sua incapacidade de agir do mesmo modo que uma pessoa mentalmente sadia.

Por isso, convém sempre ser compreensivo com as pessoas, seja de seu círculo profissional ou do pessoal. Não há como saber se um indivíduo está simplesmente “desacelerando”, ou se está enfrentando um verdadeiro problema de saúde.

8. Ela poderá ter dias ruins, e dias “melhores”

depression_obsessive_compulsive1Trata-se de uma doença com altos e baixos. Se o indivíduo sofre de uma depressão mascarada, ou não diagnosticada, pode parecer que suas flutuações de humor são aleatórias, dependendo da regularidade de sua depressão. Para você (e mesmo para ele, no caso de ele não ter recebido um diagnóstico), talvez não haja uma motivação para as alterações de humor, mas esta é simplesmente a maneira como a depressão se manifesta em algumas pessoas.

Se você sabe que o indivíduo sofre de depressão, poderá ter a falsa impressão de que ele, tendo passado por uma sequência de dias “bons”, está definitivamente curado. O fato de ele ter passado um dia melhor do que na véspera pode ser excelente, mas convém que você sempre lhe peça para que ele deixe claro o que consegue ou não fazer, e em que momentos.

Concluir que o indivíduo que sofria de depressão está plenamente recuperado, ou forçá-lo a retomar rapidamente a rotina normal poderá sobrecarregá-lo, e fazer com que ele se “retraia” novamente. Ofereça apoio ao amigo ou parente com depressão, mas deixe que ele tome as decisões necessárias.”

Por Jane Scearce  

Do original: 8 Things People With Hidden Depression Do

Traduzido exclusivamente para CONTI outra pelo tradutor e revisor LUIS GONZAGA FRAGOSO