A importância de Ser no abrandar

Nestes 4 anos como facilitador de som fui encontrando e conhecendo muitas pessoas.
O tema comum para virem a estes concertos era o stress, abrandar ou conhecerem-se.
Tem sido um enorme desafio ao longo destes anos manter-me criativo e renovar-me de modo a ir ao encontro ao que realmente vos leva a ir a estes concertos.

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No ultimo concerto que facilitei brinquei com a responsável do espaço que na verdade nem precisava de levar as taças para o trabalho que faço, sempre o soube, mas preciso de dominar um sistema, seja terapia de som, marketing, massagem ou outro; dominar uma técnica ou ferramenta e ter reconhecimento nisso é o que me faz ligar a outro ser.

Cada vez mais me sinto como Consultor em Desenvolvimento Humano, seja lá o que isso for, e é assim que vejo os concertos e terapias de grupo, uma oportunidade de passar o ainda pouco de conhecimento do que é isto de Ser-se Humano.

Há concertos ou melhor, na verdade são sempre terapias de grupo, em que falo mais, outras vezes menos. Houve concertos que sabia que o que levava as pessoas a irem aos concertos era aquilo que partilhava no final ou simplesmente o abraço.

Quem me segue há algum tempo já me sentiu de várias formas, mais alegre, mais sisudo, mais ou menos desbocado, mais expansivo ou introspectivo. Mais afável ou mais irritado. Com mais vitalidade, ou mais cansado e com dores. Todos temos as nossas.
Também já observaram que em todas estas minhas facetas continuo a ser EU, mas que todas as terapias realizadas foram sobre vocês.

Descobri a importância de saber abrandar, e como é importante para mim e para vocês, poder usufruir de uns momentos de fuga à rotina para poderem abrandar, relaxar e poderem por uns minutos serem a vossa essência.

Acredito que quando partilhamos o que sentimos, em e com verdade, essa poderá ressoar em outra pessoa.
Talvez seja isso que me leve a gostar tantos dos concertos e partilhas finais.
Sinto que geralmente depois dos concertos as pessoas falam da sua essência e não do seu condicionamento.

Grato e um abraço sonoro
Rui A Cardoso

O ADN e a sua importância

“Nosso DNA é um biocomputador”, dizem cientistas russos.

Pesquisas científicas estão explicando os fenômenos como a clarividência, a intuição, atos espontâneos de cura e autocura e outros.
 
Quando os cientistas começaram a desvendar o mundo da genética, compreenderam a utilidade de apenas 10% do nosso DNA.
 
O restante (90%) foi considerado “DNA LIXO”, ou seja: sem função alguma para o corpo humano.
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Porém, este fato foi motivo de questionamentos, pois alguns cientistas não acreditaram que o corpo físico traria algum elemento que não tivesse alguma utilidade.
 
E foi assim que o biofísico russo e biólogo molecular Pjotr Garjajev e seus colegas iniciaram pesquisas com equipamentos “de ponta”, com a finalidade de investigar os 90% do DNA não compreendido.
 
E os resultados apresentados são fantásticos, atingindo aspectos antes considerados “esotéricos” do nosso DNA.
 
O QUE AS PESQUISAS ESTÃO CONCLUINDO?
 
1. O DNA tem capacidade telepática
 
A partir das últimas pesquisas, cientistas concluíram que o nosso DNA é receptor e transmissor de informações além do tempo-espaço.
 
Segundo essas pesquisas, o nosso DNA gera padrões que atuam no vácuo, produzindo os chamados “buracos de minhoca” magnetizados! São “buracos de minhocas” microscópicos, semelhantes aos “buracos de minhocas” percebidos no Universo.
 
Sabe-se que “buracos de minhocas” são como pontes ou túneis de conexões entre áreas totalmente diferentes no universo, através das quais a informação é transmitida fora do espaço e do tempo.
 
Isto significa que o DNA atrai informação e as passa para as células e para a consciência, uma função que os cientistas estão considerando como a internet do corpo físico, porém muito mais avançada que a internet que entra em nossos computadores.
 
Esta descoberta leva a crer que o DNA possui algo que se pode chamar de telepatia interespacial e interdimensional. Em outras palavras, O DNA está aberto á comunicações e mostra-se suscetível a elas.
 
Pesquisas relacionadas à recepção e transmissão de informações através do DNA estão explicando os fenômenos como a clarividência, a intuição, atos espontâneos de cura e autocura e outros.
 
2. Reprogramação do DNA através da mente e das palavras
 
O grupo de Garjajev descobriu também que o DNA possui uma linguagem própria, contendo uma espécie de sintaxe gramatical, semelhante á gramática da linguagem humana, levando-os a concluir que o DNA é influenciável por palavras emitidas pela mente e pela voz, confirmando a eficácia das técnicas de afirmação, de hipnose (ou auto hipnose) e de visualizações positivas.
 
Esta foi uma descoberta impressionante, pois diz que se nós adequarmos as frequências da nossa linguagem verbal e das imagens geradas por nosso pensamento, o DNA se reprogramará, aceitando uma nova ordem e uma nova regra, a partir da ideia que está sendo transmitida.
 
O DNA, neste caso, recebe a informação das palavras e das imagens do pensamento e as transmite para todas as células e moléculas do corpo, que passam a ser comandadas segundo o novo padrão emitido pelo DNA.
 
Os cientistas russos estão sendo capazes de reprogramar o DNA em organismos vivos, usando as frequências de ressonância de DNA corretas e estão obtendo resultados bastante positivos, especialmente na regeneração do DNA danificado!
 
Utilizam para isso a Luz Laser codificada como a linguagem humana para transmitir informações saudáveis ao DNA e essa técnica já está sendo aplicada em alguns hospitais universitários europeus, com sucesso em vários tipos de câncer de pele. O câncer é curado, sem cicatrizes remanescentes.
 
3. O DNA responde a interferências da Luz Laser
 
Continuando nessa linha de pesquisas, o pesquisador russo Dr. Vladimir Poponin, colocou o DNA em um tubo e enviou feixes de Luz Laser através dele. Quando o DNA foi removido do tubo, a Luz Laser continuou a espiralar no DNA, formando como que pequenos chacras e um novo campo magnético ao redor do mesmo, maior e mais iluminado que o anterior.
 
O DNA mostrou-se agir como um cristal quando faz a refração da Luz, concluindo que o DNA irradia a Luz que recebe.
 
Esta descoberta levou os cientistas a uma maior compreensão sobre os campos eletromagnéticos ao redor das pessoas, assim como também compreenderam que as irradiações emitidas por curadores e sensitivos acontecem segundo esse mesmo padrão: receber e irradiar, aumentando e preenchendo com Luz o campo eletromagnético ao redor.
 
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Assuma o Comando do seu Ser!
 
As pesquisas estão ainda em fases iniciais, e os cientistas acreditam que ainda vão descobrir muitas outras coisas interessantes!
 
Por enquanto, as conclusões nos estimulam a continuarmos com as técnicas de afirmações positivas, cuidando dos nossos pensamentos e das imagens por ele geradas, a fim de que as transmissões sejam correspondentes a saúde, ao bem estar e a harmonia, enviadas não apenas ao DNA como também para todo o corpo!
 
Tenho certeza de que o nosso DNA agradece por suas informações positivas transmitidas a ele!
 
Que tal melhorar as suas transmissões verbais e mentais?
 
Comunique-se positivamente com seu corpo e reprograme seu DNA!

Nota:Todas as informações do texto acima estão contidas no livro “Vernetzte Intelligenz” von Grazyna Fosar und Franz Bludorf, ISBN 3930243237, resumidos e comentados por Baerbel.”

Fonte: https://www.osolinterno.com

A importância de psico-oncologia

O processo da doença oncológica envolve muitos factores que envolvem o próprio doente, assim como toda a estrutura humana que o rodeia.

Teremos que entender que pelo tipo de vida que hoje vivemos há uma maior probabilidade de mais pessoas perderem qualidade de vida, e a própria vida, para esta doença / patologia.

Entendo que, pelos processos de desenvolvimento da doença, uma equipa multidisciplinar que cuide e trate do doente de forma integral será sempre a melhor opção.

Dotar também os cuidadores, que nem sempre são os familiares, de ferramentas ligadas à psicologia, assim como outras terapêuticas será uma forma de ajudar o doente pela sua viagem em que terá o cancro como companheiro.

Dos processos estudados em relação à forma como o doente e familiares lidam com a nova realidade, por experiência própria dos meus atendimentos, verifico que também as terapias complementares / alternativas aliadas à medicina alopática, psicologia clínica e familiar, assim como psicoterapias darão uma maior avanço à área da psico-oncologia.

Como musicoterapeuta / terapeuta de som, socorro-me muitas vezes da literatura da psicologia e das patologias oncológicas para que possa tratar e cuidar de cada Ser / paciente tal como ele é, único.

Todos os dias somos Seres diferentes e um paciente com cancro, ou que esteja em remissão, lida ainda mais com essas mudanças da incerteza do que vai ser a cada novo dia.

Com a doença, na maior parte das vezes os papéis familiares sofrem alterações, e o que mais verifico é o esgotamento físico, psicológico e emocional dos familiares e cuidadores informais.

Contudo também assisto ao mesmo esgotamento e, por vezes até mesmo desalento, em profissionais de saúde que lidam com esta doença.

Aqui, sinto que a psicologia é a palavra de ordem para que toda a rede que “suporta” o cancro tenham mais saúde, a todos os níveis.

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Com o avanço científico e tecnológico tratamos e erradicamos cada vez mais com sucesso o cancro fisicamente, mas não tratamos igualmente bem e tão eficazmente as feridas psicológicas e emocionais que a doença deixa no doente e na sua rede de suporte.

 

É ténue a forma como a psicologia chega à verdadeira dor do doente, de alguém a quem foi “amputada” parte da vida.

Há também casos de sucesso e inspiração. Penso que por se sentirem cuidados e acolhidos muitos doentes, mais tarde usam essa aprendizagem e “compreensão” da doença para se tornarem psicólogos, coachs e demais, ajudando assim, quer profissionalmente ou pessoalmente, outros doentes partilhando a sua história de vida.

Nem todos os casos que conheci, terminaram com um “final feliz”, mas quase todos os pacientes com quem lidei e, que tiveram um “bom” acompanhamento psicológico e espiritual, a maioria teve mais qualidade de vida e paz até ao seu último suspiro.

Esta reflexão foi escrita no âmbito do curso de “Introdução à Psico-Oncologia” realizado em Abril de 2019

Um abraço sonoro
Rui Miguel Cardoso
Consultor, Terapeuta e Facilitador de Som